Último lançamento

- 21 DE JAN. DE 2026
- 19 músicas
Álbuns essenciais
Álbuns
Playlists
- United Center · qua., 27 de mai. · 20
- Rocket Arena · sex., 29 de mai. · 20
- Scotiabank Arena · dom., 31 de mai. · 20
- Centre Bell · seg., 1 de jun. · 20
- TD Garden · ter., 2 de jun. · 20
- Xfinity Mobile Arena · qui., 4 de jun. · 20
- Flushing Meadows Corona Park · dom., 7 de jun. · 11
- Flushing Meadows Corona Park · dom., 7 de jun. · 19
Veja também
Sobre A$AP Rocky
A$AP Rocky não compartilha apenas o nome de batismo (Rakim Athelaston Mayers) com o icônico rapper do duo Eric B. & Rakim, sucesso nos anos 80 e 90. Com uma força criativa que se nutre do rap, mas vai muito além dele, ambos transformaram o gênero: enquanto o Rakim original foi um letrista pioneiro no uso de rimas internas e multissilábicas, A$AP Rocky ajudou a combinar elementos do rap de Nova York com sonoridades do sul dos EUA e influências de cloud rap, trap e outras texturas experimentais. Criado entre o Harlem e Nova Jersey, Rocky começou a rimar ainda na adolescência e chamou atenção cedo com faixas que circulavam na internet antes mesmo de um contrato oficial. Sua primeira mixtape, LIVE.LOVE.A$AP (2011), revelou um artista que pensava o rap como atmosfera: grave, enevoado e sedutor. A consagração veio com LONG.LIVE.A$AP (2013), que estreou no topo das paradas com “F**kin' Problems”, uma colaboração meteórica com Drake, 2 Chainz e Kendrick Lamar. Dois anos depois, AT.LONG.LAST.A$AP revelou ainda mais ambição sonora ao misturar psicodelia, eletrônica e referências do rock, enquanto TESTING (2018) mostrou um artista mais inquieto, interessado em testar limites do rap com referências a Lauryn Hill em “Purity”, uma faixa etérea em parceria com Frank Ocean; a Moby em “A$AP Forever”; e a Salt-N-Pepa em “Tony Tone”. Durante toda a carreira, as colaborações compõem a vitrine de sua versatilidade. Rocky transita com naturalidade entre universos: do pop de Selena Gomez (“Good For You”, 2015) ao rap de G-Eazy (“No Limit”, de 2017) e Tyler, The Creator (“Who Dat Boy”, de 2017), passando por encontros com nomes do R&B, da música eletrônica e até do rock. Parcerias frequentes com Drake, Kendrick Lamar e Rihanna ajudaram a ampliar seu alcance cultural, enquanto parcerias que escapam do circuito pop-rap tradicional reforçam sua imagem de artista atento às bordas do mainstream. Don’t Be Dumb (2026), álbum que encerrou um hiato de quase oito anos, apresenta um Rocky provocador, carismático e disposto a cruzar gêneros. O projeto alterna faixas de confronto lírico com experimentações como o flerte com o metal do Slay Squad em “STFU” e faz Doechii rimar com jazz em “ROBBERY” sem abandonar o espírito do rap. Entre indiretas a rivais e reflexões sobre fama, violência e reconhecimento, o álbum multifacetado reafirma Rocky como um artista mais interessado em criar climas e narrativas sonoras do que em seguir fórmulas, transformando cada projeto em um manifesto estético sobre o presente do hip-hop.
- DE
- Harlem, NY, United States
- NASCIMENTO
- 3 de outubro de 1988
- GÊNERO
- Hip-Hop/Rap